quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Outuno

E visto que, chegou o Outuno...

"Word of Autumn"

The colder wind today, brought word of change.
With Autumn on its way soft blossoms shrink.
Berries dropp their plump hued heads in phases,
And shorter days pull Autumn to its brink.

The sun sheds less it brigntness in full streams.
Pine tress sigh, branching closer to the ground.
Early morning grass recalls frosty dreams. 
Autumn hunkers closer with autumn sounds.

Ligth health´s cosy warmth, pull covers higher.
One of Autumn´s blessings is a blazing fire.

Fay Slimm
Fonte

Novas espécies

    Mais duas espécies descobertas e descritas para o arquipélago da Madeira.
Viola sequeirae J. Capelo, R. Jardim, J.C. Costa, Lousã & Rivas Mart, uma espécie endémica, e Rubia occidens J. Capelo, M. Seq. & H. Schaef. referente a populações existentes nos arquipélagos das Canárias, Madeira e em alguns locais do sul da Península ibérica; separada de Rubia agostinhoi  Dans. & P. Silva existente apenas no arquipélago dos Açores.

Fig. 1 - Rubia occidens e Viola sequeirae

sábado, 8 de agosto de 2015

Massarocos

     Um passeio de domingo, e um olhar mais atento consegue facilmente identificar entre a vegetação, as três espécies da família Boraginaceae existentes na ilha da Madeira,  Echium candicans L.f. (End. Mad.), Echium nervosum Dryand (End. Mad., P.S. e D.) (massaroco) e Echium plantagineum L. (nativa). Existe ainda, uma quarta, Echium portosanctensis J.A.Carvalho, Pontes, Batista-Marques, R. Jardim, mas cresce apenas na ilha vizinha, Porto Santo, o que implica um passeio mais demorado... de barco ou avião...
    Desde o século XVIII são descritas espécies para o género Echium, em 1782 C. Lineu descreve a primeira espécie endémica para a ilha, E. candicans, e mais recentemente em 2010 por J. A. Carvalho, T. Pontes, M. I. Batista-Marques & R. Jardim é descoberta E. portosanctensis, que possivelmente, não será a última...


E. portosanctensis

E. nervosum
E. plantagineum

E. candicans


domingo, 14 de junho de 2015

Nuvens baixas no Curral


Aconteceu que o último passeio domingueiro, neste caso no feriado de 10 de junho, foi ao Curral das Freiras. E que belíssima broa de castanha na padaria local. Mas os campos repletos de flores branquinhas, foram de facto a surpresa.



Para uma aprendiz de botânica, logo se pôs a questão de identificar tal beleza em nuvem baixa: uma apiácia completamente desconhecida. Mas tão frequente, haveria de ser possível identificar. Um redopio pelo Flora-on (preciosa ajuda)... O Coutinho (Flora de Portugal, 1939) só me levou ao género. E chego a uma conclusão: Torilis arvense, com muitas dúvidas, que esta matéria, como muitas outras, não se compadece da falta de um guru. Também faltaram os frutos maduros, mas se calhar já não era tão grande a surpresa branca.

Torilis arvensis.

Torilis arvensis, fruto não maduro.